sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Modéstia à parte, a obrigação do Náutico de vencer o Duque

Do Superesportes.com
Brenno Costa - Diario de Pernambuco


Invicto nos Aflitos, com dez vitórias e três empates, Timbu encara o lanterna

No Náutico, o discurso dos jogadores e da comissão técnica se repete. Cada jogo, para eles, sempre é definido como um clássico, uma decisão.Todos os adversários são sempre vistos como difíceis. Mas, às 20h30 desta sexta-feira, o clube alvirrubro terá que deixar essa modéstia de lado. Em campo, vencer o lanterna Duque de Caxias é como uma obrigação. Afinal, para quem briga pelos primeiros lugares, um tropeço em casa com o virtual rebaixado traz sérios danos.

A necessidade de um triunfo ainda se faz mais presente porque o grupo de Waldemar Lemos pode entrar na história do Náutico. Nos Aflitos, nesta Série B, foram 13 jogos disputados, com dez vitórias e apenas três empates. Marca que pode se tornar a mais longa invencibilidade do clube como mandante em todos os campeonatos brasileiros disputados. Basta não perder.

Além disso, os números apontam para o extremo favoritismo do Timbu. A classificação mostra uma diferença de 37 pontos entre as equipes. Porém, mesmo com esse cenário favorável, o treinador da equipe vice-líder descarta a obrigação de vencer o jogo. “Jogador não tem obrigação, ele tem responsabilidade. Não só o atleta, mas comissão técnica também tem muitas tarefas para se cumprir dentro de campo. O grupo está conciente disso. Nós precisamos sempre estar correndo atrás do nosso foco e do nosso objetivo”, declarou Lemos.

Entre os jogadores também existe esse pensamento. Dar jogo como vencido, jamais. Para eles, respeitar o adversário e evitar o clima de já ganhou é o primeiro passo para conseguir os famosos três pontos. “Nós não temos esse pensamento de deitar e rolar em equipe nenhuma. Enfrentamos muita dificuldade durante toda a competição e nós temos que respeitar o Duque como qualquer outro time. Temos que continuar atentos, correndo muito como nos outros jogos, para conseguir a vitória”, disse o atacante Kieza.

O artilheiro alvirrubro, aliás, revelou nessa quinta-feira que está atuando no sacrifício. Há três meses uma dor no púbis lhe incomoda muito, mas não o suficente para tirá-lo dos jogos. “Eu venho me esforçando muito e procurando passar por cima da dor. O time precisa de mim e eu tenho que estar em campo para ajudar os meus companheiros”, declarou.

Sobre a equipe que entra em campo, apenas duas mudanças. Recuperado de um desconforto muscular na coxa esquerda, Jeff Silva está de volta. Além dele, Gledson assume a vaga deixada pelo contundido Gideão.

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