O treinador conquistou o título de campeão pernambucano com o tricolor este ano. Agora, está prestes a classificar o time para a Série C
| Zé Teodoro, técnico do Santa Cruz |
Foi em dezembro de 2010 que ele chegou ao Arruda. O desafio à sua frente era do tamanho do estádio tricolor: além de acabar com o jejum de seis anos sem títulos estaduais, encontrar a porta de saída da Série D, onde o Santa Cruz permanece desde 2009. A conquista do Pernambucano deste ano, impedindo o hexacampeonato do rival Sport, e o fato de estar a apenas dois jogos do acesso à Série C, deixaram o treinador Zé Teodoro numa lua de mel. Hoje, já é difícil distinguir quando a alcunha do "Mais Querido" se refere ao clube e quando se destina ao técnico, já batizado como Zé "Teadoro" pelos torcedores.
Já conhecido no futebol de Pernambuco (foi campeão pernambucano pelo Náutico em 2004, mesmo ano em que também treinou o Sport), Zé Teodoro recebeu convites para deixar o Santa Cruz ao longo deste ano. Mas preferiu ficar: quer marcar o seu nome na história do tricolor.
- Estou numa missão. Não é por acaso que tive outras propostas e permaneci, por acreditar no projeto, no grupo, na restruturação. Até mesmo para representar uma evolução, só vou ficar marcado, se deixar o time na Série C. Por gostar de desafio, tenho muito a acrescentar e ajudar ao clube nesse momento de elevação e crescimento. Acho que posso fazer parte junto com a minha comissão técnica desse momento. Temos trabalhado de uma forma honesta, séria, transparente, então queremos que o fecho seja positivo.
Em abril, o Santa Cruz conquistou o título do Pernambucano 2011 sobre o arquirrival Sport, que tentava conquistar o seu sexto título consecutivo no Estadual. Para Zé Teodoro, o título conseguiu aumentar a autoestima do grupo tricolor, aliando confiança à já existente esperança no acesso.
- O título estadual serviu para demonstrar respeito, identidade, maturidade para o elenco, para o grupo, para o clube e para a torcida, principalmente. Mais do que nas outras duas Série D, a torcida agora está incentivada a apoiar, a gritar. A gente aprendeu muito no Pernambucano, que ensinou que um grupo com investimento, comprometimento e seriedade dão trabalho e ganham dentro do campo.
Confiança acima de tudo
Zé Teodoro garante não ter dúvidas de que este é, sim, o último ano do Santa Cruz na Série D.
- Pelo planejamento, pelo projeto, pelas pessoas que estão encabeçando o trabalho, o grupo de jogadores, a diretoria, a seriedade e o trabalho, o comprometimento dos atletas. Lógico que houve mudanças, problemas, mas o importante é que, desde que chegamos, estabelecemos um objetivo, que é o acesso, mesmo que tenhámos sido irregular na comeptição. O acesso é o mais importante do clube, para fechar o ano com chave de ouro. Temos que aproveitar a oportunidade agora de fazer história.
E, para evitar que essa oportunidade seja desperdiçada, ele sabe bem qual o seu papel e dos jogadores e nesta reta final e decisiva.
- É continuar reunindo todas as forças, a experiência, a qualidade, o potencial de cada um. Nesse momento, vai ser mais na raça, na determinação, mais transpiração do que inspiração. No mata-mata, nem sempre a técnica vai sobressair.
Carreira vitoriosa desde a época de atleta
Já conhecido no futebol de Pernambuco (foi campeão pernambucano pelo Náutico em 2004, mesmo ano em que também treinou o Sport), Zé Teodoro recebeu convites para deixar o Santa Cruz ao longo deste ano. Mas preferiu ficar: quer marcar o seu nome na história do tricolor.
- Estou numa missão. Não é por acaso que tive outras propostas e permaneci, por acreditar no projeto, no grupo, na restruturação. Até mesmo para representar uma evolução, só vou ficar marcado, se deixar o time na Série C. Por gostar de desafio, tenho muito a acrescentar e ajudar ao clube nesse momento de elevação e crescimento. Acho que posso fazer parte junto com a minha comissão técnica desse momento. Temos trabalhado de uma forma honesta, séria, transparente, então queremos que o fecho seja positivo.
Em abril, o Santa Cruz conquistou o título do Pernambucano 2011 sobre o arquirrival Sport, que tentava conquistar o seu sexto título consecutivo no Estadual. Para Zé Teodoro, o título conseguiu aumentar a autoestima do grupo tricolor, aliando confiança à já existente esperança no acesso.
- O título estadual serviu para demonstrar respeito, identidade, maturidade para o elenco, para o grupo, para o clube e para a torcida, principalmente. Mais do que nas outras duas Série D, a torcida agora está incentivada a apoiar, a gritar. A gente aprendeu muito no Pernambucano, que ensinou que um grupo com investimento, comprometimento e seriedade dão trabalho e ganham dentro do campo.
Confiança acima de tudo
Zé Teodoro garante não ter dúvidas de que este é, sim, o último ano do Santa Cruz na Série D.
- Pelo planejamento, pelo projeto, pelas pessoas que estão encabeçando o trabalho, o grupo de jogadores, a diretoria, a seriedade e o trabalho, o comprometimento dos atletas. Lógico que houve mudanças, problemas, mas o importante é que, desde que chegamos, estabelecemos um objetivo, que é o acesso, mesmo que tenhámos sido irregular na comeptição. O acesso é o mais importante do clube, para fechar o ano com chave de ouro. Temos que aproveitar a oportunidade agora de fazer história.
E, para evitar que essa oportunidade seja desperdiçada, ele sabe bem qual o seu papel e dos jogadores e nesta reta final e decisiva.
- É continuar reunindo todas as forças, a experiência, a qualidade, o potencial de cada um. Nesse momento, vai ser mais na raça, na determinação, mais transpiração do que inspiração. No mata-mata, nem sempre a técnica vai sobressair.
Carreira vitoriosa desde a época de atleta
| Pelo São Paulo, Zé Teodoro foi campeão brasileiro de 1986 e 1991 como jogador |
- No momento de relacionar, da intuição, no lado emocional, psicológico, de falar a língua do jogador. Não quer dizer que quem não foi kogador não vai ser um grande treinador. Mas a maneira de conversar, ser psicólogo, saber conduzir o grupo, não é fácil, Até porque o clube não é só os jogadores, tem a imprensa, a diretoria, a torcida. Tudo depende do treinador, é ele que dá o sinal.
É por isso que, entre treinar e jogar, ele não tem dúvidas em apontar a carreira fora das quatro linhas do gramado como mais complicada.
- Ser treinador é muito mais difícil. É muita pressão, responsabilidade, cobrança. Você é o para-raio dentro do clube. Tem que ser o psicólogo do grupo, do trabalho, envolve toda uma situação. Por isso, você tem que ter uma equipe boa.
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